Sabia que a cerveja dos Simpsons é uma homenagem ao ex-baixista do Guns?

 


  Duff McKagan, ex-baixista do Guns N’ Roses, disse em entrevista recente ao Independent que poderia ter feito fortunas com royalties vindos do desenho animado Os Simpsons, que tem uma cerveja batizada com o seu nome.
  Segundo McKagan, nos anos 80 a Fox entrou em contato com ele para avisar que um dos novos desenhos do canal teria uma marca de cerveja chamada Duff como forma de “homenagear” o amor do baixista pela bebida.

 
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Ele tomava tanta cerveja em certo período que o vocalista principal do Guns N’Roses, Axl Rose, o apresentou como “O Rei da Cerveja” e um produtor de “The Simpsons” lhe telefonou para perguntar se podia batizar a cerveja do programa, a Duff, com seu nome -o que foi feito. Conta também como seu pâncreas, em poucas palavras, explodiu, causando queimaduras de terceiro grau a seus outros órgãos internos.
 
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  Eu não sabia nada sobre marcas pessoais ou como obter royalties a partir disso. Eu só pensei “ah, legal, querem usar meu nome”, aí BOOM, os Simpsons nasceram. Se eu ganhasse um centavo para cada vez…. Mas não tem problema.

Michael Andrew McKagan (Seattle, 5 de fevereiro de 1964), mais conhecido pelo seu nome artístico Duff McKagan é um músico e escritor estadunidense. Ele é mais conhecido por ser membro fundador e baixista durante doze anos da banda de hard rock Guns N’ Roses, com quem alcançou sucesso mundial no final de 1980 e início de 1990. Durante seus últimos anos com a banda, ele lançou um álbum solo, Believe in Me (1993), e formou por curta duração o supergrupo Neurotic Outsiders.

Igrejas à venda na França por falta de fiéis

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Igreja na França (Crédito: corretora Patrice Besse)

Queda do número de fiéis e custo de manutenção está levando igrejas, como esta, a serem vendidas

Esta igreja em Soissons, com estilo Art Déco, é estimada em 350 mil euros

A constante redução do número de católicos na França está acelerando a venda de igrejas e outras propriedades religiosas no país.

Além do menor número de fiéis, a crise econômica também provoca queda nas doações. Em muitos casos, faltam recursos para fazer obras de manutenção. Em outros, falta dinheiro para custear simples despesas regulares de funcionamento.

“As dioceses estão em uma situação financeira crítica, com cada vez menos fiéis”, afirma Maxime Cumunel, do Observatório do Patrimônio Religioso, uma entidade civil que busca preservar o patrimônio histórico religioso.

O corretor imobiliário Patrice Besse, especializado na venda de propriedades religiosas, explica que “antes as dioceses se sentiam incomodadas em vender suas igrejas. Afinal, elas foram construídas com o dinheiro de doações. Agora é uma necessidade econômica. É preciso vender algumas para salvar outras.”

“Há cada vez menos fiéis e menos doações. O fenômeno de venda de igrejas está aumentando”, estima Besse.

Manutenção

A corretora de Patrice Besse dispõe atualmente de seis igrejas à venda, com preços entre 50 mil e 500 mil euros (aproximadamente entre R$ 130 mil e R$ 1,3 milhão).

Ele acaba de vender uma igreja na cidade de Soissons, no norte da França, por 125 mil euros, que foi comprada por um pianista anglo-taiwanês de 21 anos, internacionalmente famoso.

Igreja vendida em Soissons (Crédito: corretora Patrice Besse)

Esta igreja foi comprada por um pianista por 125 mil euros

 

Besse também negocia a venda de outra igreja em Soissons, com estilo Art Déco, estimada em 350 mil euros e que pertence à paróquia local.

“A manutenção custa caro, e muitas paróquias preferem vender seus bens para não ter de arcar com despesas de obras”, afirma o corretor.

É o caso de uma capela na região de Bordeaux, no sudoeste da França. A diocese de Bordeaux explica em seu site que a capela está fechada desde julho de 2011 por razões de segurança. As obras necessárias são estimadas em 400 mil euros.

“Nem o Episcopado nem a paróquia de Talence têm os recursos financeiros para realizar as obras. O dinheiro obtido com a venda da capela será bem-vindo para atender às necessidades das missas da paróquia”, afirma a diocese.

Uma igreja na pequena cidade de Vandoeuvre-les-Nancy, no leste da França, foi vendida no ano passado em razão da falta de fiéis. Ela se tornará um centro comercial.

“Só uma centena frequentava a igreja, que tem capacidade para mais de 700 pessoas”, justificou a diocese de Nancy, que obteve 1,3 milhão de euros com a venda.

Menos católicos

O número de católicos na França vem caindo regularmente nas últimas décadas, segundo diferentes estudos. Paralelamente, o número de agnósticos (sem religião) e ateus vem aumentando no país e já atinge, respectivamente, quase 19% e 4,2%, de acordo com a Enciclopédia Cristã Universal.

Outra pesquisa, do Instituto Nacional de Estudos Demográficos da França, publicada em 2009, revela que 45% dos franceses entre 18 e 50 anos se dizem sem religião.

A população católica na França era de 60,4% em 2010 (último dado disponível), segundo o instituto americano Pew Research Center e outros estudos realizados no país.

Nos anos 70, o número de católicos na França era de quase 88%, de acordo com a Enciclopédia Cristã Universal.

Mas entre os que se dizem católicos e os efetivamente praticantes há uma grande diferença. De acordo com uma pesquisa do instituto Ifop, apenas 4,5% dos franceses afirmam ir à igreja todos os domingos e somente 15% dizem frequentá-la “regularmente”, ou seja, pelo menos uma vez por mês.

Uma lei de 1905, que garante a separação entre a Igreja e o Estado, determina que os bens imobiliários religiosos construídos antes de 1905 pertencem às prefeituras, que têm a obrigação de mantê-los em bom estado.

Os prédios religiosos construídos após essa data são propriedade da Igreja. Somente as catedrais pertencem ao governo nacional. Na França, devido à lei, as igrejas não podem receber subvenções.

Nesse período de crise, muitas prefeituras que possuem igrejas (obrigatoriamente construídas antes de 1905) também não hesitam em vendê-las para não ter gastos com obras, como conserto de telhados ou de eletricidade.

Segundo um levantamento realizado por Benoît de Sagazan, que integra o Observatório do Patrimônio Religioso e possui um blog sobre o tema, há 43 igrejas e capelas à venda na França neste mês de fevereiro.

 

 

Voar de Nova York a Londres em uma hora

Concorde (Copyright: SPL)

Continuamos seguindo o sonho de viagens supersônicas

No final de setembro de 2012, um veículo experimental secreto rugiu para o céu azul claro acima de uma base militar profunda dentro do Círculo Polar Ártico, na Noruega. Como um foguete, elegante se aproximou sua altitude alvo de 350 quilômetros (218 milhas), começou a arco de volta à Terra, uma aceleração gradual para os chamados velocidade hipersônica de até Mach 8 – cerca de 9.800 kmh.

O teste foi o quinto dos nove lançamentos previstos para o veículo Hifire, que seus defensores alegam “poderia ser um passo importante na busca de vôo hipersônico”, considerado geralmente como Mach 5 e acima. A essas velocidades,os pesquisadores gostariam de dizer, que em breve poderá ser zipar de Londres para Nova York em apenas uma hora.

É uma promessa que é muitas vezes repetida sobre veículos Hifire e outros, como a Força Aérea dos EUA experimental X-51A Waverider, que teve seu último teste (sem sucesso) em agosto de 2012. No entanto, se aprofundar na história, você encontrará promessas semelhantes.

Nas páginas de livros populares, revistas e quadrinhos de jornais, o mundo HyperFast de viagens aéreas foi previsto para ser apenas sobre um distante horizonte. Não havia aparentemente nenhum limite para a capacidade da humanidade para viajar sobre o globo com velocidade crescente. Em seu livro de 1965 de Transporte Supersonic, gráficos Irwin Stambler a progressão de tempo que levou para atravessar o Atlântico na história: de 350 horas em navios de madeira, 120 horas em navios a vapor,  60 horas em dirigíveis, 12 horas em aviões e para 6 horas em aeronaves de um futuro muito próximo. O gráfico continua e se projeta para a frente quando a barreira de uma hora já seria ultrapassada.
Nariz de agulha

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Este período de otimismo começou em 14 de outubro de 1947, quando piloto da Força Aérea Charles “Chuck” Yeager foi ejetado do compartimento de bombas de um bombardeiro B-29 no experimental X-1, um avião foguete-powered que foi o primeiro a quebrar a barreira do som (1226 Km/h). Isso foi escrito numa época em que as viagens aéreas foram surgindo como uma opção razoavelmente acessível para muitas pessoas de classe média e  havia razão para ser otimista de que não somente os preços iriam cair, mas os jatos iriam continuar a ficar mais rápidos.
Nos anos seguintes, a perspectiva de supersônica – e mais rápido – viajar de avião era sempre ao virar da esquina. Em 22 de janeiro de 1953, por exemplo, o Gleaner, um jornal baseado em Kingston, Jamaica, numa reportagem da Associated Press, com o título “Londres para Nova York em uma hora”. A história citou uma palestra dada pelo executivo então chefe da British Overseas Airways para a Sociedade de Reconhecimento de Aeronaves. “Nos próximos 50 anos, os nossos netos vão provavelmente estar a olhar para aviões comerciais supersônicos transportar até 500 passageiros com tarifas mais baratas do que as viagens terceira classe de hoje”, disse ele.

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Os primeiros veículos para começar a testar essas afirmações foram construídos e operados pelos militares. Isso foi em parte por necessidade e precedente. Mas, como observa Stambler em seu livro, a construção de um avião militar e um “transporte supersônico” comercial para os passageiros são dois desafios completamente diferentes. Proporcionar uma experiência aceitável para clientes pagantes (tendo em conta as altas temperaturas, pressurização de cabine apropriado, e assim por diante) é um dos desafios óbvios e ainda assustadores de aeronaves de alta velocidade não militares.

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Caça ultrapassando a barreira do som

Mas isso não impediu que as pessoas continuassem tentando. Na Europa, o Reino Unido e os governos francês subsidiaram projetos que acabariam por se tornar Concorde, enquanto na Rússia, os planos foram revelados forma o Tupolev Tu-144, apelidado de Concordski por sua semelhança com o projeto Europeu. Nos EUA, várias empresas hawked projetos concorrentes. Em um artigo de 1960 da Popular Mechanics intitulado “Aqui está uma olhada em aviões grandes de amanhã”, o escritor descreve dois projetos diferentes de aviação norte-americana e Lockheed. A aviação norte-americana foi projetada principalmente para uso militar, mas Lockheed focada no mercado de massa.

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14 coisas sobre o Kiss

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  •   Em julho de 1983, no Brasil, o Kiss tocou para o maior público de sua carreira: 250 mil pessoas lotaram o Maracanã. 
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  •   O baixista Gene Simmons tem 1,90 de altura e fica ainda maior quando usa aquelas botas com enormes saltos plataforma. 
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  •   Gene adora dar uma de Don Juan. Vive afirmando que é viciado em sexo e já transou com mais de 2.000 mulheres. Entre suas ex-namoradas estão as cantoras Cher e Diana Ross.
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  •   Uma vez Paul Stanley quis ser antropólogo.
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  •   Atualmente o Acustico da MTV do KISS é o segundo maior em vendas, perdendo apenas para Robert Plant e Jimmy Page.
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  •   Quando Ace e Peter saiu da banda, Paul e Gene compraram as ações dos mesmos e se tornaram lideres da banda, com a volta da formação original Ace e Peter ficaram com apenas 5% cada um das ações da banda.
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  •   Leva em média 45 minutos para eles se maquiarem perfeitamente.
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  •   O KISS Army começou em Indiana quando um pessoal de lá promoveram um protesto em uma rádio por eles não tocarem as músicas do KISS!
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  •   A língua de Gene Simmons tem em média 7 polegadas.
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  •   KISS é uma banda totalmente contra as drogas e desde a década de 80 os integrantes participam de campanhas nos EUA.
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  •   O noticiário de rádio que se ouve no início de Detroit Rock City, foi escrito e lido por Gene.
  • Detroit Rock City KISS James DuBello Edward Furlong Giuseppe Andrews Sam Hunington
  •   Gene fala fluentemente 4 línguas: inglês, hebraico, alemão e húngaro.
  • Gene Simmons, do Kiss
  •   A primeira coisa que Peter comprou com o dinheiro que ganhou com a banda foi uma lápide para a sua avó.
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  •   O primeiro número da revista em quadrinhos lançada pela Marvel nos anos 70 foi impresso com sangue dos membros da banda. Os quatro retiraram amostras de seu sangue, que foi misturado à tinta de impressão. O sangue chegou à gráfica dentro de um carro blindado!
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36 bizarrices da China

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A China é uma ditadura. O Congresso do país se reúne apenas uma vez por ano e toda oposição ao governo é tratada como “ameaça ao regime”. Segundo o Comitê de Proteção a Jornalistas, há 29 conhecidos jornalistas e mais de 50 blogueiros presos por causa de críticas. Isso sem contar as prisões no interior do país.

2. A cada feriado do Ano-Novo chinês, mais de 300 milhões de pessoas viajam pela China para visitar a família – é o maior movimento migratório do planeta. Como não conseguem ir ao banheiro nos trens superlotados, muitos viajantes usam fraldas para adultos.

 

3. A maioria dos homens chineses começa a fazer sexo depois dos 23 anos

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4. Durante décadas vivendo sob regime comunista, os chineses dão muito valor ao que é público e pouco ao privado. Ignoram, por exemplo, o conceito de privacidade. Bisbilhotar ou tomar conta da vida alheia é quase obrigação. Não são raras cenas de pessoas prestando atenção em conversas alheias ao telefone e na tela do computador. E também no trabalho, xeretando o cartão de ponto dos colegas para contar ao chefe quem chegou atrasado.

 

5. No ano passado, a polícia chinesa prendeu 5 homens acusados de matar mulheres jovens para vendê-las como “noivas fantasmas”. Segundo a tradição de camponeses do norte do país, homens que morrem solteiros têm a linhagem comprometida na próxima vida. Para evitar o mau agouro na eternidade, os familiares dão um jeito: tentam arranjar para o morto um minghun, “casamento após a morte”, enterrando uma noiva fantasma ao lado do solteirão. Segundo a polícia, o preço dos corpos varia geralmente de acordo com a idade da noiva: as mais novas chegam a ultrapassar US$ 2 mil.

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6. O país tem cerca de 30 mil censores para controlar tudo o que os chineses comentam na internet.

 

7. Menbox, a maior revista gay da China, é editada dentro de um condomínio militar de Pequim. mural_pt_imagem_china_11

 

8. Os chineses são muito supersticiosos. Em muitos prédios, não há os andares 4, 14 e 24, porque o ideograma do 4 – si – lembra sonoramente o ideograma da morte. Um número de celular terminado em 4 ou com muitos 4 é bem mais barato que o resto. (Quem é estrangeiro e não acredita nisso consegue números baratinhos.) Já os números com muitos algarismos 8 – cujo ideograma lembra o som da prosperidade – valem muito mais. Não é à toa que a Olimpíada em Pequim começou em 8 de agosto de 2008.

9. Uma pesquisa lançada em 2003 mostrou que 77% dos chineses não sabem que a aids pode ser evitada com o uso da camisinha.

10. Desde 2006, os lamas tibetanos estão proibidos de ressuscitar sem autorização do governo chinês.

11. A China é o 2º maior emissor do mundo de gases que causam o efeito estufa, superada só pelos EUA. Mas deve assumir a desonrosa liderança ainda este ano. Nada menos que 400 mil pessoas morrem todos os anos por causa da poluição.

12. Para melhorar a imagem do país para a Olimpíada, o Comitê de Orientação Espiritual Civilizadora (o nome é esse mesmo!) lançou uma campanha de mudança dos hábitos dos cidadãos. A campanha inclui proibições de escarrar em público, jogar lixo no chão, fumar em locais fechados, fazer barulho ou conversar aos berros, gritar no celular e ficar de cócoras em lugares públicos. E há uma preocupação especial para que as pessoas lavem as mãos quando necessário.

13. Segundo o Banco Mundial, a China tem hoje 16 das 20 cidades mais poluídas do mundo, entre elas Pequim.

14. O desequilíbrio entre os sexos está se aprofundando e existem hoje na China 18 milhões de homens adultos a mais do que mulheres. O governo admite que o problema deriva da campanha de planejamento familiar, conhecida como a política do filho único, que desde os anos 80 pune com multas pesadas as famílias que decidem ter mais de um filho e que faz a sociedade valorizar mais os filhos homens.  china1b

 

15. Adultos que forem pegos vendo filmes eróticos podem ir para a cadeia. Mas a situação começa a mudar. Um casal que assistia a um vídeo pornô em casa foi denunciado por um vizinho à polícia, que não só prendeu os dois como ainda confiscou filmes e o computador. O episódio gerou uma enorme reação de internautas, que condenaram, em comentários anônimos, o que chamaram de “exagero da polícia” e “intervenção na vida privada das pessoas”. O casal foi solto.

16. O campeão da última Olimpíada Suína da China foi um porco de 1 040 quilos do granjeiro Xiao Shaohong. A competição tem várias provas, entre elas 50 metros livres, velocidade ao comer e natação.

17. O território chinês poderia abranger pelo menos 4 fusos horários, mas… e daí? O governo impõe que a hora oficial de todo o território seja a de Pequim. Com a diferença de longitude, em regiões a leste de Pequim, como Xangai, o sol chega a nascer às 4 h da manhã. E, no oeste, às 9 h.

18. A China tem 4 milhões de católicos patrióticos. Eles expressam sua fé na Igreja Católica, mas negam o papa como o líder máximo. Bispos e padres só são nomeados com a autorização do Partido Comunista.

19. Eles fazem em público o que nós fazemos somente em banheiros, como limpar nariz e orelhas, soltar puns ou limpar os dentes com palito, de boca escancarada.

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20. Também há 6 milhões de católicos clandestinos, aqueles que obedecem ao Vaticano e, por causa disso, são obrigados a viver escondidos e realizar missas em locais afastados dos grandes centros.

21. Saber o sexo do filho durante a gravidez é proibido (porque, se for mulher, é mais fácil o casal decidir abortar). Apesar do controle, o aborto é legalizado e acontece na boa em qualquer hospital de médio ou grande porte, muitas vezes em estágio avançado de gravidez, quando a barriga já é proeminente. Como não tem polêmicas sobre aborto, embriões e fetos, a China é um dos países mais avançados em pesquisa de células-tronco embrionárias.

22. Em 1955 a americana Rosa Parks liderou um movimento de negros que se recusaram a dar lugar aos brancos no ônibus. Em 2006 o condomínio chinês de luxo Shanghai Rocket Club and Apartaments impôs uma regra aos empregados: dar lugar no ônibus para os moradores sentar.

23.O governo quer alterar a legislação trabalhista para incluir um benefício inovador: férias anuais de até 15 dias.

24. Ser gay é quase um caso de polícia na China. Anúncios gays na internet, passeatas ou personagens gays na TV são proibidíssimos. As poucas boates gays do país sofrem sempre batidas policiais.

25. O número de chineses que falam ou estão aprendendo inglês é igual a toda a população dos EUA.

26. Como o aborto é permitido, menos de 2% das chinesas casadas tomam pílulas anticoncepcionais para não engravidar.

27. Entre os muito ricos, o banquete do Ano-Novo chinês inclui ovos podres cozidos, sopa de ninho de andorinha e, claro, arroz.

28. Na zona de compras high tech Zhingguancun, que produz e vende de laptops verdadeiros a iPods falsificados, a receita de vendas chegou, em 2010, a 1 trilhão de yuans – US$ 126,9 bilhões –, um valor maior que todo o PIB da Nova Zelândia atualmente.

30. Há um atraso de 9 segundos na transmissão das redes internacionais de TV, como CNN ou BBC. É o suficiente para que o censor tire a rede do ar caso constate que a notícia não é positiva para a China.

29. Nas áreas rurais, onde a maioria das casas não tem banheiro, é fácil ver moradores desfilando na rua de pijama, especialmente a caminho do banheiro público, alguns de penico na mão. Tem casais que ainda vão ao supermercado de pijama.

31. As moças de aluguel da agência de relacionamentos Jinglinggirl cobram 100 yuans (R$ 24) a hora. O trabalho delas é apenas conversar – com homens pouco acostumados a falar com mulheres.

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32. Os produtos made in China são tão baratos quanto o salário dos chineses – um operário chega a ganhar R$ 80 por mês. Pouco? Pois, para os camponeses que passam a vida com os pés na lama em lavouras de arroz, esse salário é um sonho.

33. Nas províncias do sul, come-se de tudo: gafanhotos, escorpiões, ratos selvagens, gatos, cachorros, estrelas-do-mar, cobras e até casulos de bicho-da-seda.

34. Se continuar crescendo no ritmo atual, até 2031 o país vai consumir sozinho dois terços da produção atual de grãos e de carne. E terá cerca de 1,1 bilhão de carros.

35. Eles falam aos gritos. Não, não estão discutindo: só gostam de falar gritando.

36. A especialidade do restaurante Guolizhuang, em Pequim, é pênis. Há pratos com o membro de 9 animais: touro, jumento, cão, cobra, cervo, carneiro, búfalo, foca e cavalo. Como o povo acha que o quitute é afrodisíaco, não faltam clientes.

 

 

CSI Científico


Cientistas se esforçam para explicar a morte ou apontar a doença de vários personagens históricos. Só que nem sempre conseguem

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DE TEMPOS EM TEMPOS, UMA NOVA TEORIA

Afinal, do que morreu Tutancâmon? Desde que a tumba do mais famoso faraó egípcio foi descoberta, em 1922, especula-se de tudo. Tuberculose, complicações decorrentes de um tombo durante uma caçada, assassinato… A cada teoria, surgem novas “evidências” supostamente capazes de comprová-la. A hipótese de assassinato, por exemplo, ganhou força quando um raio X da múmia revelou uma perfuração no crânio de Tut. O faraó-menino, que morreu aos 19 anos – em 1324 a.C. – sem deixar herdeiros, teria sido golpeado na cabeça por alguém que pretendia sucedê-lo no trono. História tentadora, não é verdade? Digna de filme! Hoje, no entanto, acredita-se que a lesão tenha ocorrido durante o processo de mumificação.

A mais recente explicação para a morte de Tutancâmon, divulgada no início de 2010, põe por terra todas as teorias anteriores. Uma equipe de pesquisadores submeteu 11 múmias da família de Tut – inclusive a do próprio – a exames radiológicos e testes de DNA. O resultado indicou a presença de genes vinculados ao parasita Plasmodium falciparum, causador da malária, nos tecidos do faraó e de mais 3 de seus parentes. “De fato, essa era uma doença comum no Egito antigo”, afirma André Mota, coordenador do Museu Histórico da Faculdade de Medicina da USP.

Malária, contudo, não teria sido a única responsável pela morte de Tutancâmon. As tomografias confirmaram que o faraó sofreu uma fratura no fêmur direito dias antes de morrer. Dedução dos cientistas: uma infecção subsequente teria colaborado para o agravamento de seu estado. O novo estudo revelou ainda uma série de más-formações na família de Tut, provavelmente decorrentes de uniões consanguíneas. Na análise do grupo de múmias reais, descobriu-se, por exemplo, que os pais do faraó eram irmãos, e que ele próprio talvez tenha se casado com uma irmã ou meia-irmã. Essa seria mais uma explicação para a fragilidade de Tutancâmon – consequência de um longo histórico de relações incestuosas.

Os autores da pesquisa reconhecem, no entanto, que, embora esse tenha sido o mais minucioso estudo já feito da múmia do faraó, o diagnóstico não pode ser considerado definitivo. Ou seja: mais de 3 300 anos depois de sua morte, o mistério de Tutancâmon parece estar longe de ser solucionado.

 

 
Alexandre, O Grande
VÍTIMA DE UMA CRIATURA

Bonitão, forte, corajoso. Para os soldados liderados por ele, Alexandre era quase um semideus. Entre 344 e 326 a.C., o general comandou a maior campanha militar da história, conquistando boa parte do mundo conhecido até então. Nos fronts, sobreviveu a frio intenso, calor escaldante, condições precárias de alimentação e higiene. Sem contar as dezenas de ferimentos graves, provocados por lanças e flechas desferidas pelos inimigos. Mas foi morrer muito longe de um campo de batalha. Já estava aposentado, vivendo na Babilônia, quando sucumbiu a uma doença misteriosa, em 323 a.C. Qual teria sido o mal que derrubou esse homem aparentemente indestrutível?

Não há consenso entre os pesquisadores, mas é provável que Alexandre, o Grande, tenha caído diante de uma criaturazinha microscópica, que em nada faria justiça ao seu histórico de herói: a bactéria causadora da febre tifoide. Registros dos últimos dias de vida do general parecem corroborar essa tese, pois vários sintomas descritos nesses relatos são compatíveis com a doença – entre eles, febre alta, calafrios, suor exagerado e exaustão crônica.

Fenômeno bizarro

E tem mais! Esse diagnóstico seria também a explicação para um fenômeno bizarro envolvendo a morte de Alexandre. Segundo algumas narrativas da época, seu corpo teria levado muito mais tempo que o normal para começar a se decompor. Pois bem: uma das possíveis complicações da febre tifoide é justamente um tipo de paralisia que começa nos pés e vai subindo pelo corpo, deixando sua vítima imóvel e com a respiração reduzida, quase imperceptível. Ou seja: todos teriam pensado que Alexandre já teria morrido, embora ele ainda estivesse vivo. Daí a falsa impressão de que seu corpo demorou muito para se deteriorar. Sim, a história parece maluca, mas é perfeitamente possível segundo os especialistas.

Como é de praxe, teorias conspiratórias também cercam esse caso. Uma delas diz que o general teria sido assassinado com uma dose letal de arsênico colocada numa taça de vinho. De fato, Alexandre começou a passar mal, com os sintomas que mais tarde o levariam à morte, justamente depois de uma bebedeira. Mas, para o médico americano Philip Mackowiak, autor do livro Post-Morten: Solven History´s Great Medical Mysteries (“Post-Morten: Resolvendo os Grandes Mistérios Médicos da História”, inédito no Brasil), essa tese é uma enorme bobagem. O motivo? Muito simples: “O arsênico só foi purificado cerca de 1 500 anos depois da morte de Alexandre“.

 

 

Napoleão
SAL NA COMIDA PODE TER SIDO O VENENO

Esqueça a história de envenenamento. Tudo leva a crer que Napoleão Bonaparte, o imperador que governou a França com mão de ferro em dois períodos, entre 1804 e 1815, padeceu da mesma doença que no ano passado matou 650 mil pessoas no mundo: câncer de estômago.

Para muitos historiadores, a hipótese de assassinato sempre fez sentido. Afinal, os adversários políticos de Napoleão temiam que ele desse um jeito de escapar da prisão, na ilha de Santa Helena, e retomasse o poder – do qual abdicara após a derrota para ingleses e prussianos na Batalha de Waterloo. Na verdade, é bem capaz que o próprio imperador preferisse uma morte assim, cinematográfica. Ela combinaria bem mais com seu ego – que, segundo dizem, foi ainda maior que a ambição de conquistar a Europa. Durante décadas, apostou-se na possibilidade de Napoleão ter sido envenenado com arsênico, substância encontrada em seus fios de cabelo (preservados e analisados anos após sua morte, em 1821). O veneno teria sido gradualmente adicionado a tudo que o preso comia e bebia, sem que ele percebesse.

O enredo é ótimo, mas parece não ter fundamento. Hoje, acredita-se que a origem do arsênico encontrado em seus cabelos era outra: na época de Napoleão, pequenas quantidades dessa substância costumavam ser usadas na fabricação de vários produtos, como tônicos capilares, remédios e até papel de parede.

Autópsias rigorosas

Segundo Robert Genta, professor de patologia da Southwestern Medical School, nos EUA, o que realmente matou Napoleão foi mesmo um “trivial” câncer de estômago. Genta estudou inúmeros documentos sobre a morte do imperador, principalmente as anotações do cirurgião François Antommarchi, responsável por duas rigorosas autópsias. Os manuscritos falam de lesões nas paredes do estômago e da presença, em todo o órgão, de um material “que lembrava grãos de café”. Para o patologista, são evidências de sangramento decorrente do câncer.

Genta comparou as descrições feitas por Antommarchi com 135 casos atuais de pacientes com câncer de estômago, e concluiu que o mal de Napoleão Bonaparte só poderia ser esse. “É muito difícil [para não dizer impossível] precisar a causa da doença”, diz o professor. “Ela pode ter sido provocada, entre outros fatores, até por uma predisposição familiar. Mas os soldados da época, inclusive o imperador, comiam muitos alimentos preservados em sal, riquíssimos em nitritos. E é sabido que esse tipo de comida aumenta o risco de câncer gástrico.”

 

 


Beethoven

A MISTERIOSA SURDEZ DE UM GÊNIO

Pobre Beethoven. Embora a genialidade do compositor tenha sido reconhecida muito cedo, sua personalidade sempre foi mal interpretada. A imagem que entrou para a posteridade é a de um senhor recluso e rabugento. Nada a ver, entretanto, com o rapaz de bem com a vida que ele demonstrava ser na juventude. A mudança de humor tem explicação: por volta dos 26 anos de idade, Beethoven começou ficar surdo.

Nascido em 1770, o alemão Ludwig van Beethoven atingiu o ápice de sua carreira em 1814, quando foi aclamado o maior músico do mundo em atividade. Tinha 44 anos. Mas o misterioso problema de audição já o impedia de saborear momentos de glória. Além da surdez progressiva, àquela altura ele era atormentado também por um zumbido ininterrupto. Até que a situação finalmente evoluiu, por volta de 1816, para a surdez quase absoluta. Mesmo assim, foi na reclusão motivada pela incapacidade de ouvir que Beethoven criou algumas de suas mais belas obras – como a Sinfonia n° 9, composta entre 1822 e 1824.

Antes de perder completamente a audição, Beethoven recorreu a vários médicos, que lhe receitaram desde tônicos à base de ervas até banhos termais e temporadas de descanso no campo. Tudo em vão. A única coisa que lhe garantia algum alívio – pelo menos para o zumbido – eram chumaços de algodão enfiados nos ouvidos. O compositor morreu, em 1827, sem que ninguém lhe apresentasse um tratamento eficiente, muito menos a cura. E a causa de seu infortúnio até hoje é motivo de controvérsia.

Múltipla escolha

“Entre as várias teorias, acredito na hipótese de sífilis”, afirma o americano Philip Mackowiak. De acordo com o médico, a doença era muito comum em toda a Europa nos tempos de Beethoven, e um de seus efeitos pode ser justamente a perda da capacidade auditiva. Além disso, diz Mackowiak, outros sintomas apresentados pelo compositor apontam para esse diagnóstico – entre eles, irritação intestinal, fortes dores de cabeça e inflamações nos olhos. E mais: segundo o americano, Beethoven costumava frequentar prostitutas – um fator de risco inquestionável, já que a transmissão da sífilis quase sempre se dá por meio do contato sexual.

Por outro lado, o brasileiro Ricardo Bento, professor de otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, aposta numa tese diferente. Baseado principalmente nos dados resultantes da autópsia de Beethoven, o médico acredita que ele sofria de otosclerose clássica – uma doença que leva à má-formação das estruturas internas dos ouvidos. “Ela é altamente incidente na Europa até hoje”, afirma Bento, autor de um estudo intitulado A Surdez de Beethoven: O Desafio de um Gênio. “E as causas dessa desordem são genéticas, não têm nada a ver com uma suposta doença sexualmente transmissível.”

 

 

Hitler
PALPITES DEMAIS E NENHUMA CONCLUSÃO

O ditador alemão Adolf Hitler, responsável por algumas das piores atrocidades já cometidas contra a humanidade, rendeu muito o que falar durante a vida – e não seria diferente à beira da morte. Em seus últimos dias, passados num bunker bem no finalzinho da 2ª Guerra Mundial, ele estava seriamente debilitado. Apresentava sintomas que poderiam ser de uma variedade de doenças. Quais? Não deu tempo de descobrir. Hitler se suicidou com cápsulas de cianeto antes de ser capturado pelos exércitos inimigos.

Biógrafos, pesquisadores e curiosos alimentam muitas especulações. Acredita-se, por exemplo, que ele pudesse sofrer de paranoia – psicose caracterizada pelo desenvolvimento de delírios crônicos, como os de grandeza e perseguição. Combina com a figura, não combina? Pois é justamente em torno da saúde mental de Adolf Hitler que estão as maiores polêmicas. Em 1994, os psiquiatras Jablow Hershman e Julian Lieb publicaram um livro extremamente controverso intitulado A Brotherhood of Tyrants (“Uma Irmandade de Tiranos”, sem tradução para o português). Nessa obra, eles investigam a mente de Napoleão, Stálin e Hitler. E concluem, baseados em alguns fatos da vida pregressa do führer, que ele era um maníaco-depressivo. Outros autores, no entanto, questionam veementemente esse parecer.

Praga judaica

Uma das explicações para os supostos transtornos psíquicos de Hitler seria a sífilis – doença infecciosa e sexualmente transmissível facilmente curada com antibióticos, mas que, quando não tratada, pode levar a problemas cardíacos e mentais. Seus sintomas secundários e terciários incluem encefalite, vertigem, dor no peito e taquicardia. Segundo a historiadora Deborah Hayden, o ditador alemão apresentava todos esses sinais. “Isso não prova nada”, reconhece Deborah, autora do livro Pox: Genius, Madness and the Mysteries of Syphilis (“Pox: Genialidade, Loucura e os Mistérios da Sífilis”, inédito no Brasil). “Mas creio que sejam evidências bem contundentes.”

Sabe-se que Hitler, se não tinha a doença, pelo menos alimentava certa obsessão por ela. Considerava a sífilis uma “praga” típica da população judaica – a mesma que ele tentou exterminar em campos de concentração como Auschwitz. E acreditava tão enlouquecidamente na necessidade de deter sua disseminação que dedicou longos parágrafos a esse assunto no livro Mein Kampf (“Minha Luta”, uma espécie de manifesto autobiográfico, no qual expõe suas ideias antissemitas, racistas e nacionalistas). Mesmo assim, a teoria de que o führer era portador da sífilis não convence todos os especialistas.

Para o psiquiatra Fritz Redlich, autor de Hitler: Diagnosis of a Destructive Prophet (“Hitler: Diagnóstico de um Profeta Destrutivo”, também sem tradução), não há registros históricos que permitam chegar a essa conclusão. Os sintomas apresentados pelo nazista, ainda que comprovados, poderiam estar relacionados a várias doenças, como a artrite temporal – na opinião de Redlich, uma possibilidade bem mais concreta. Já o pesquisador Tim Hutton, da Universidade do Texas, defende que o verdadeiro mal de Hitler seria Parkinson – outra moléstia que afeta o cérebro. Um de seus sintomas são tremores progressivos, resultantes de uma disfunção dos neurônios. De fato, tremedeiras nas mãos – cada vez mais pronunciadas – eram comuns nos últimos meses do ditador. É possível percebê-las, inclusive, em registros cinematográficos da época. Daí a concluir que era esse o seu problema, no entanto, parece mero chute.

 

 

 

VÍCIO FRENÉTICO
O nazista era viciado em metanfetaminas.

Nos últimos dias de Hitler, vários fatores podem ter colaborado para o agravamento de seu estado de saúde. O primeiro e mais óbvio de todos: estresse. É bem provável, no entanto, que um vício alimentado pelo führer durante 3 ou 4 anos também tenha ajudado a minar sua resistência. Segundo o médico britânico Derek Doyle, autor de um estudo sobre os tratamentos médicos pelos quais Hitler passou, o ditador acabou se tornando dependente de metanfetaminas durante a 2ª Guerra Mundial. A droga sintética era largamente utilizada por soldados alemães como estimulante e inibidor de apetite. Hitler teria começado a usá-la em 1942, para aliviar os efeitos de uma suposta depressão. E nunca mais parou. O fornecedor da substância era Theodor Gilbert Morell, seu médico particular desde os anos 30. Hoje, há quem acredite que o uso contínuo de metanfetaminas tenha levado o ditador a desenvolver o mal de Parkinson – ou, pelo menos, sintomas muito parecidos com os da doença.