10 MOTIVOS PARA PRIVATIZAR A PETROBRÁS

Não temos vantagem nenhuma com essa história de ”O petróleo  é nosso”

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1- Lucratividade
Rockefeller já dizia: o melhor negócio do mundo é uma empresa de Petróleo bem gerida, o segundo melhor negócio é uma empresa de Petróleo mal gerida. Como podemos observar, o Petróleo a principal fonte de energia do nosso tempo, logo, sua importância econômica é vital. Mesmo assim, os lucros da Petrobrás não param de cair.

2-Preço da gasolina

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O uso da Petrobras para diminuir o preço da gasolina é ineficiente. No Brasil o preço do litro da gasolina é de U$1,58; no EUA, 0,79; na Rússia, 0,84; na China, 1,11; na Índia, 1,15. Ou seja, mesmo subsidiando o preço da gasolina, o governo não consegue fazer com que o preço da gasolina seja tão baixo quanto em outros países produtores.

Isso mostra como a monopolização e o serviço ineficiente da Petrobras acaba prejudicando toda a nação quando oferece petróleo a um alto preço.

3- Lucratividade
A Petrobras é a empresa do setor com a menor rentabilidade, 9,17%. Isso mostra como a empresa precisa de muito para lucrar pouco. Logo, é uma empresa na contramão do sucesso.

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4- Desempenho na Bolsa
Entre 2007 e 2011, a valorização dos papéis da Petrobras ficou em último lugar na comparação com as demais do setor, com apenas 12%. Como muitos investimentos públicos têm papéis da Petrobras, todo o país paga por essa imcompetência.

A Petrobras, em 2011, chegou até a perder o posto sulamericana por valor de mercado para a colombiana Ecopetrol, cujo patrimônio é sete vezes inferior ao da Petrobras.

5- Custos

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Em 2011, os 80 mil funcionários custaram R$ 18 bilhões, cerca de 230 mensal por empregado. Se a empresa fosse privatizada, os funcionários produtivos nada perderiam, mas os encostados seriam postos no olho da rua. Fora isso, os funcionários têm muitos privilégios que o cidadão comum não desfruta.

6- Corrupção

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Muitos se beneficiam pela não-privatização: o fundo de pensão que recebe dividendos vultosos jamais vistos na esfera privada; membros de sindicatos que protegem seu emprego da livre concorrência; empresários que fecham negócios através de suborno; políticos que usam a privatização da empresa para fazer terrorismo com eleitorado; políticos que apadrinham funcionários; partidos que usam a empresa como cabide para aliados políticos e muchas otras cosas.

7- Risco
A Petrobrás é muito mais ousada que as outras companias do setor. Motivo? Ao contrário das outras, que são quase todas privadas, a Petrobras é pública e sabe que tem o governo para socorrê-la numa eventualidade. No final das contas, acabamos pagando pela ineficiência das estatais até nos empréstimos gordos que elas pegam do BNDES.

8- O petróleo não é nosso

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Por acaso você é dono do petrobrás? Então por que diz que o petróleo é nosso?  O petróleo só será nosso quando todos os brasileiros – ou os mais pobres – tiverem direito a ações da compania. Até lá, o petróleo é deles.

Se existe a Petrobrás para o petróleo, por que não criar a Ourobrás? O ouro não é nosso? Por que motivo o Estado deve monopolizar a extração de um recurso natural? Será que a iniciativa privada não deveria explorar o setor e o Estado apenas deveria empregar os impostos do setor com probidade?

9- Publicidade

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Uma empresa privada investe em publicidade onde pensa que terá o maior retorno. A Petrobras investe milhões em esportes e em filmes que o brasileiro não vê. Além disso, ainda faz publicidade em jornais, rádios e canais de tv, assim repassando verba para a imprensa e a classe artística brasileira. Logo, quando você escutar um artista ou um jornalista dizer que o petróleo é nosso, é porque o petróleo é mesmo deles, só que só deles.

10- Melhor para o Brasil
Ao privatizar um serviço, somos beneficiados pelos ganhos de competitividade e com os investimentos privados. A Vale hoje emprega muito mais depois que foi privatizada, acabando por pagar muito mais impostos ao Brasil.

Com a privatização da Petrobras, os únicos riscos que corremos são os de ter uma gasolina mais barata, mais pessoas empregadas no setor petrolífero, investimentos maiores no Brasil, maior eficiência da empresa, menor dependência do setor em relação governo, ganhos de produtividade e etc.

Hoje Dee Snider um grande defensor da liberdade do Rock, completa 60 anos!

Já falamos aqui de uma parte da loucura que foram os anos 80, mas tem mais, bem mais.  Conhece uma história de um grupo de esposas de políticos que resolveram se unir para acabar com este tal de Heavy Metal que “levava” os pobres jovens para o caminho do sexo, drogas e violência?

Calma, não estamos falando desse filme! (Imagem: Reprodução)

O filme de 2012, “Rock of Ages”, fez um apanhado legal dessa grande história do rock (apesar de ter estragado um pouquinho alguns grandes clássicos com aqueles vocais meio Glee, mas beleza, Deus tá no comando), e no aniversário de 60 anos do Dee Snider, nada como revivê-la. Mas por quê?! Deve estar se perguntando ao lembrar da imagem do vocalista do Twisted Sister.

Ousado, como todos os caras dos anos 80 foram e você nunca conseguirá ser! (Imagem: Reprodução)

Dee foi um dos caras mais f#d@s do rock, até hoje é um cara massa que super conversa com seus fãs no Twitter, que dá suas opiniões (que são bem avançadas por sinal), e lá na década de 80 foi ele quem destruiu ao ir depor num tribunal a favor… do heavy metal. Lembra das esposas? Guiadas pela Tipper Gore, ex-esposa do, exatamente, Al Gore, o grupo conhecido como “The Washington Wifes” (ou, “As Esposas de Washington”, em tradução livre) buscava a implementação daqueles adesivos de aviso de conteúdo explícito para os álbuns das bandas da época.

Cuidado, pais! Conteúdo explícito! (Imagem: Reprodução)

 

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Problema é que elas começaram a encrencar tanto com o rock, criando até listas de músicas “proibidas” pelo seu conteúdo ~horrível~, que muitos pais passaram a proibir os filhos de terem ou sequer ouvirem bandas como Judas Priest, AC/DC, Black Sabbath e Twisted Sister. Aí que entra o aniversariante: em 1985, chamado para depor em tribunal em sua própria defesa e defesa de sua banda, a “Twisted Sister”, Dee chegou vestido normalmente, com colete e calça jeans, regata preta, os cabelo volumoso de sempre… e desceu a letra bonito. O roqueiro disse que é um absurdo pessoas adultas bem informadas interpretarem de modo tão errado músicas comuns (se referindo as canções da própria banda), listou três acusações feitas sobre o Twisted Sister e desmentiu cada uma. Na primeira, comentou, sarcástico, que Tipper Gore encontrou sadomasoquismo na música “Under the Blade” pois foi o que sua mente procurou – a música, na verdade, era sobre uma cirurgia na garganta pela qual um dos membros da banda iria passar.

Na segunda acusação, defendeu especificamente a música “We’re Not Gonna Take It”, que estava incluída na lista de músicas proibidas, acusada de incitar a violência. Ele comentou que é engraçado o fato das esposas confundirem música com vídeo, pois a letra da canção nada fala de violência, mas o vídeo é uma imitação de situações de desenho animado – e estava, inclusive, sendo usada por uma ONG, a United Way of America, para falar do tema “maneiras de se comunicar com os adolescentes” em um de seus projetos. Opa, Tipper!

Por fim, na terceira acusação que Dee mencionou, foi na verdade uma coisa meio nada a ver, mas que serviu de pretexto pra mais uma vez o maluco mostrar que sabia do que fala. Alguém produziu uma camiseta com um desenho com uma mulher algemada e humilhada e colocou o nome do Twisted Sister, uma arte fan-made sem noção, e quem levou a culpa foram os próprios caras da banda. Snider comentou que acha realmente degradante que haja essa parcela do rock que acha necessário humilhar mulheres, mas que ele, e sua banda, são absolutamente contra isso e tentam escapar o máximo de reproduzirem esses sexismos em seus shows, vídeos e ~na vida~, pois mulheres também merecem respeito. Completou dizendo que fazer acusações em cima de uma camiseta vista na rua é uma irresponsabilidade sem tamanho. Eita.

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O aviso de conteúdo explícido existe, mas hoje em dia não tem mais essa de “bandas, parem de tocar pois não gostamos das suas músicas!”, e parte disso devemos a esse cara. E que cara. Dee Snider continua, desde lá, sendo um dos músicos mais maneiros do rock, e no seu aniversário de 60 anos não poderíamos deixar de dizer: Long Live, Dee Snider! \m/

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Teorias a respeito do sumiço do voo MH370 da Malaysia Airlines há um ano.

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As hipóteses mais loucas (e possíveis) para o voo MH370 da Malaysia Airlines

Um ano depois do desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airline, ninguém sabe o que aconteceu com o avião. Vem ver as teorias da conspiração!

O desaparecimento do voo MH370, da empresa asiática Malaysia Airlines, completa um ano de mistérios neste domingo (08). O Boeing 777 ia da capital malaia Kuala Lumpur até a chinesa Pequim, mas desapareceu sem deixar vestígios.

Em janeiro, as autoridades da Malásia declararam oficialmente que o desaparecimento foi um acidente e que as 239 pessoas a bordo estão mortas. No entanto, nem todo mundo acredita nessa história – basicamente porque NADA, sem a caixa-preta, pedaços da fuselagem, tecido das poltronas, foi achado até agora.

Apesar das intensas buscas nas águas do Oceano Índico, nenhuma evidência foi encontrada até agora.

Mesmo 365 dias após a tragédia, ainda há muitas hipóteses sobre o que realmente aconteceu com o avião. Sem levar em conta um encontro com aliens ou a entrada em uma fenda do tempo – o que SUPER pode ter acontecido – saca só as principais ~teorias da conspiração~ que rolam por aí sobre o destino do MH370:

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O último contato foi feito sobre o Golfo da Tailândia, apenas uma hora após a decolagem. Não havia nada de errado com o avião e o tempo estava bom. Na sequência, a comunicação da aeronave foi desligada e a rota foi desviada drasticamente.

De acordo com registros de satélites, o avião voou por várias horas após desaparecer dos radares – até
que o combustível acabasse e com todos os seus sistemas de comunicação desativados.

O mapa exibe a localização da aeronave no momento do último contato registrado.

O que pode ter rolado? Sequestro! Uma investigação descobriu que dois jovens iranianos viajavam com passaportes europeus falsos – apesar de nenhum deles ter associação com grupos terroristas.

Eles podem ter tentado – e até conseguido – desviar a rota do avião, porém um confronto a bordo pode ter feito com que a aeronave voasse sem rumo até cair no meio do Oceano Índico.

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Uma possibilidade ainda mais conspiratória é a de que o sequestro foi bem sucedido e o avião conseguiu pousar são e salvo em algum país do Oriente Médio, como o Paquistão ou o próprio Irã. Para isso, o MH370 teria driblado o controle aéreo dos países da região “pegando carona” no rastro de outros aviões até chegar ao seu destino final.

O primeiro ministro da Malásia, Najib Razak, tem sido criticado pela demora nas investigações.

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O desfecho ainda mais espetacular para a teoria conspiratória ali de cima é de que o avião agora está sob o controle de células terroristas, que planeja usar a aeronave num novo tipo de 11 de setembro. Esta hipótese, porém, não explica onde estão os 239 passageiros e tripulantes presentes no voo. Eles são cúmplices? Estão sequestrados? Foram convertidos?

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Os passageiros e tripulantes também podem ter sido mortos por despressurização. Um ex-navegador da marinha britânica defende que a aeronave pode ter subido para mais de 45 mil metros de altitude, o que faria com que as famosas máscaras de oxigênio entrassem em cena.

Painel do aeroporto de Pequim (China) na manhã do acidente mostra o voo ainda como "atrasado".

Porém, a quantidade de ar só duraria cerca de 15 minutos. Depois, todos a bordo perderiam a consciência e morriam. Aí pronto, acabou o problema. Só há um porém: nesse caso, os mandantes da ação teriam que ter uma fonte extra de oxigênio, senão também morreriam.

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Uma possibilidade bem menos rocambolesca é a de que o avião tenha simplesmente explodido no ar, o que explicaria por que não foi mandado nenhum pedido de ajuda.

No entanto, alguma coisa teria que ter acontecido antes disso pro avião ter se desviado tanto da sua rota original. Quem sabe uma combinação tentativa de sequestro + explosão?

Estudantes rezam pelas 239 pessoas presentes no avião.

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Essa é pra quem curte aqueles esquemas de sabotagem ao estilo de Hollywood! Uma das hipóteses levantadas pela própria polícia foi de que havia alguém no avião com um seguro de vida muito alto – ou que devesse uma quantia tão grande de dinheiro que quisesse sumir.

Essa possibilidade, entretanto, teria que ser combinada com o pouso estratégico em algum lugar do Oriente Médio ou uma ilha no Índico. Porque senão a pessoa realmente morreu, acabando com todo o propósito do esquema.

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Dentre os passageiros, estavam 20 funcionários de uma companhia especializada em semicondutores do Vale do Silício, nos Estados Unidos. Um piloto aposentado da Delta Airlines veio a público defender que a tragédia foi causada por alguém (Al Qaeda? ISIS? Putin?) para roubar a tecnologia ainda não patenteada da empresa. Louco, né?

Imagens: Getty Images

Cuidado com a obsessão por celular…

Um alerta aos viciados em celular.

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Sabemos que a geração Y tem um sério problema em controlar seu uso exagerado por smartphones e isso não é novidade pra ninguém. Nos sentimos pelados e vazios quando não há serviço de celular e até pagamos contas exorbitantes para garantir que não ficaremos desconectados nas férias. Afinal de contas, se as fotos não estiverem registradas no Instagram, então provavelmente não aconteceu.
O fato é que nossa obsessão por celular pode estar realmente fora de controle. Segundo a Psychology Today, 56% dos americanos têm um smartphone — e estão completamente viciados nele. Já o Brasil possui 143 milhões de usuários de celular, o equivalente a 85% dos brasileiros, segundo dados da pesquisa TIC Domicílios 2013, realizada pelo NIC.br. Ou seja, muitos de nós têm acesso a essa tecnologia. Está convencido que é hora de controlar o seu vício? Se ainda não, confira 15 absurdos que os cientistas descobriram sobre os…

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UM CIDADÃO DE CUBA NOS FALA A VERDADE SOBRE O REGIME COMUNISTA

Cuba Libre

COMO CUBANO É MEU DEVER AVISÁ-LOS: TOMEM CUIDADO COM OS ESTÍMULOS MORAIS DO SOCIALISMO

Nosso colunista, direto de Havana, deixa um recado: “não caiam no erro fatal de serem cativados por um modelo que emana da natureza bárbara do homem”.
Cubacapa

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O socialismo, ou como queira chamar o modelo social que o povo cubano vive há mais de meio século, não é digno de ser imitado por qualquer outro povo. Basta olhar para a realidade cubana atual e observar nossa penúria para perceber isso. Mas o mínimo que podemos fazer quando sofremos uma experiência trágica de vida, seja ela qual for, é alertar os demais – caso contrário, nos tornaríamos culpados pelo sofrimento alheio e, assim, assassinos tácitos e criminosos de nossa própria espécie.

É por esta razão que me disponho, como uma necessidade impiedosa de minha própria consciência, para alertá-los, tomando como referência a experiência cubana, sobre os sutis métodos psicológicos que podem ser utilizados por aqueles que pretendem fazer do socialismo o modelo de esperança e de bem-estar das comunidades – e sobre todas as coisas, para que não caiam no erro fatal de serem cativados por um modelo social muito astuto, que emana da natureza bárbara do homem.

Bem, sem mais delongas, deixo um recado: tomem cuidado com os estímulos morais do socialismo.

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Desde os primeiros anos de poder, o governo revolucionário cubano se dispôs com prioridade à criação de um novo homem, qualitativamente superior.

Neste sentido, iniciou-se em Cuba a ideia de conscientizar a população sobre a convicção de que os estímulos morais deveriam estar irreparavelmente acima dos estímulos materiais.

Assim, um diploma, uma medalha, uma carta de agradecimento para os vizinhos, o reconhecimento público ao coletivo de trabalho, ou apenas um aperto de mão forte de um chefe, constituía uma honra irreparável. Dar uma gratificação a um garçom que nos oferecesse um excelente serviço num restaurante era imoral, e se você se dispusesse a fazê-lo de todas as formas, isso poderia constituir uma grave ofensa.

Não era difícil ver pessoas nas ruas ostentando orgulhosamente medalhas e prêmios pendurados em suas camisas, sofrendo com suas famílias as necessidades básicas de subsistência.

E o ponto culminante de incentivos morais poderia ser traduzido numa única expressão: trabalhos voluntários não remunerados, que se realizavam geralmente nos dias de descanso do povo e que nada tinham de voluntários, visto que a não participação excluía você de ser um homem novo e lhe excomungava para os confins do inferno do socialismo.

Agora, em um estágio superior dessa forma moral de exploração, os “trabalhos voluntários” evoluíram. Atualmente se conta as horas de trabalho não remunerados realizadas por cada trabalhador para, ao final do ano, os mais aguerridos terem a oportunidade de optar por um televisor, um ferro elétrico, ou uma bicicleta, para citar apenas três exemplos. Mas não se engane, caro leitor, com um porém: nada é de graça, todos somos obrigados a pagar por essas coisas.

E assim, imagine a cena: 2, 3, 4 ou 5 destes itens para 500 funcionários de uma mesma empresa. Imagine um povo mergulhado na pobreza – qualquer item destes era um sonho e talvez a única oportunidade de muitos de obtê-los. Quantas discussões, quantas brigas, para determinar qual trabalhador havia sido designado destes dispositivos! Quantas amizades destruídas através do ódio e da divisão semeada entre os cubanos!

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Apesar disso, o ingênuo, nobre e fiel povo de Cuba não percebeu que os mesmos campeões de incentivos morais estavam alimentando seus cofres pessoais – e não apenas com medalhas e condecorações.

Em Cuba, cada vez mais pessoas tem menos e menos pessoas tem tudo, e paradoxalmente, os primeiros só contam, como recompensa de tantos anos de trabalho e sacrifício, com essas medalhas que empunham com orgulho, e uma miséria humilhante, resultado dos estímulos morais do socialismo.

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Graças a Deus, meu amado povo de Cuba está abrindo os olhos – mostra disso são as crescentes deserções de atletas e médicos cubanos ao redor do mundo, que não acreditam mais nesses estímulos e decidem fugir desta sociedade de escravos.

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Por isso, caro leitor, não se engane: a primazia dos estímulos morais em contraposição aos estímulos materiais não tem outra finalidade que não seja criar um novo homem, conscientemente identificado com a miséria, à espera paciente das migalhas que lhe oferecem seus deuses protetores e eternos, aos quais devem estar eternamente agradecidos. É disso que se trata o socialismo.

Nelson Rodríguez Chartrand

Nelson Rodríguez Chartrand

Cubano, advogado e jornalista independente. Mora em Havana.

Os maiores prejuízos causados pela administração do PT

Prepare sua calculadora. Listamos os 13 maiores prejuízos causados pelo governo federal nos últimos 12 anos.
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OS 13 MAIORES PREJUÍZOS CAUSADOS PELA GESTÃO FEDERAL DURANTE O GOVERNO DO PT

Prepare sua calculadora. Listamos os 13 maiores prejuízos causados pelo governo federal nos últimos 12 anos.
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Com pouco mais de 100 estatais e o controle sobre um quinto das riquezas do país, o governo federal é uma estrutura muito bem organizada com o claro objetivo de sustentar a si mesmo. A disputa pelo controle dessa estrutura, que vemos atualmente na campanha eleitoral, baseia-se, em via de regra, em uma disputa para definir quem melhor irá gerir a máquina pública, deixando de lado a compreensão de que a ela deve, ao menos em tese, ser algo complementar aos próprios indivíduos, cumprindo apenas com o que não lhes é possível.

Desse poder excessivo advém a corrupção e os privilégios legais – aqueles benefícios que o partido e seus membros obtém dentro da lei. Listamos abaixo 13 prejuízos causados pela gestão federal nos últimos 12 anos de governo do Partido dos Trabalhadores, dentre obras, supostos esquemas de corrupção e falhas de má gestão.

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Iniciada pelo regime militar e paralisada nos anos 80, a Usina de Angra 3, assim como os grandes planos de obras – como o plano de metas de Juscelino Kubistchek e o PAEG do governo militar – foi retomada durante a gestão petista no governo federal. Sob o nome de PAC – Programa de Aceleração de Crescimento – o plano consistia em agregar sob uma mesma bandeira, obras em setores diversos da economia.

Na parte energética, incluíu-se a construção de Angra 3, além de supostas outras 4 usinas a serem erguidas na região Nordeste do Brasil. As usinas ainda não saíram do papel. Angra 3, porém, é real,e seu prejuízo já pode ser estimado.

Segundo relatórios do Tribunal de Contas da União, a usina, prevista para ser inaugurada em dezembro de 2015, está 30 meses atrasada e seu valor já supera o orçamento inicial em R$ 4 bilhões.

Prejuízo estimado: R$4 bilhões segundo o TCU.

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Descompasso entre linhas de transmissão e usinas de geração

Sem conseguir cumprir os cronogramas previstos em contratos, os cerca de 700 empreendimentos do setor elétrico licitados desde 2005 apresentam um descompasso responsável por prejuízos bilionários.

Segundo o Tribunal de Contas da União, 79% das obras de geração hidrelétrica apresentam um atraso médio de 8 meses – 88% das eólicas possuem atrasos médios de 10 meses, enquanto 62% das pequenas centrais hidrelétricas possuem um atraso médio de 4 meses. Mas o pior problema ainda reside no fato de que geração e transmissão são licitadas de forma separada, o que, somando-se ao atraso médio de 14e meses em 88% das linhas de transmissão, causa um descompasso na capacidade de ofertar energia.

Em muitos casos, as usinas prontas são incapazes de entregar sua energia pela inexistência de linhas, o que não significa porém que deixem de receber o valor acertado em contratos.

Prejuízo estimado: R$8,3 bilhões segundo o TCU.

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Copa do Mundo

O período entre a escolha do Brasil como sede e a realização da Copa do Mundo de futebol, em junho passado, foi marcado por inúmeras controvérsias – dentre as quais, as afirmativas da presidente de que a recessão atual do país se deva em partes pelos feriados excessivos em junho.

Quando apresentou sua candidatura à FIFA em 2007, o Brasil sugeriu que seus gastos seriam de US$1,1 bilhão (ou R$2,6 bilhões). O resultado final, porém, foi um pouco diferente – o triplo, para ser mais exato.

Prejuízo estimado – R$ 1,1 bilhões em subsídios creditícios e fiscais segundo o Tcu. R$6,3 bilhões, apenas em arenas.

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Preços de Combustíveis

A intervenção federal no setor de combustíveis, parte integrante da política de controle de preços, ocorre de forma indireta.

Segundo relatório feito pelo fundo de investimentos Antares, acionista minoritário da Petrobras, a estatal brasileira vendeu, entre 2005 e 2013, combustível abaixo do preço internacional em cerca de 69% do tempo.

No mesmo período a empresa implementou seu gigantesco programa de investimentos, com destaque para o Pré-Sal, forçando-a a realizar desembolsos cada vez maiores, ampliando a dívida da empresa para valores superiores a R$400 bilhões – e em muitos casos levando bancos públicos a lhe emprestar dinheiro, causando um segundo prejuízo.

Segundo economistas, porém, o valor apresentado pela Antares pode ser discutido, mas o certo é que a empresa vendeu, em muitos casos, combustíveis com preços até 30% menores do que no exterior. Como o país não é auto-suficiente na produção de combustíveis, a estatal é forçada a importar, e assim arcar com os custos. Atualmente o déficit do setor de petróleo (a diferença entre o que o Brasil importa e exporta no setor) é de cerca de US$ 10 bilhões – ou seja, o país gastou mais do que vendeu algo próximo de R$23 bilhões apenas em petróleo.

Prejuízo estimado – R$87 bilhões entre 2005 – 2013 (a prática ainda continua em vigor).

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Erro na conta de luz

Segundo apontou o Tribunal de Contas da União, entre 2002 e 2010 a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) permitiu reajustes de tarifas maiores do que os devidos. A agência reconheceu o erro e mudou o cálculo em 2010. O prejuízo passado, porém – alguns bilhões pagos a mais pelos consumidores – já havia sido computado a favor das distribuidoras.

Após o Tribunal realizar um relatório no qual estimava o prejuízo e pedia a devolução do montante, a presidente da república, Dilma Rousseff, e seu governo, decidiram anunciar como medida própria em rede nacional a redução tarifária.

Prejuízo estimado – R$ 11 bilhões.

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Subsídios do BNDES (Bolsa Empresário)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, criado BNDE, tem sua origem ainda no governo de Getúlio Vargas, porém seu aumento colossal de poder e influência se deu a partir de seu papel central na política de desenvolvimento do governo federal.

Desde que seu ex-presidente, Guido Mantega, tornou-se Ministro da Fazenda, os empréstimos realizados pelo Tesouro ao banco – isto é, dinheiro do governo para o banco – saltaram de R$ 9,9 bilhões — 0,4% do PIB — para R$ 414 bilhões — 8,4% do PIB -, tornando o governo a principal fonte de recursos do banco, além do Fundo de Amparo ao Trabalhador, sustentado pelo FGTS.

Para emprestar os recursos ao banco, o governo recorre a empréstimos, pagando taxas superiores a 10%, enquanto o BNDES realiza seus empréstimos em taxas próximas de 5% ao ano. A diferença portanto, é prejuízo para o governo.

O custo do subsídio era escondido a 7 chaves pela atual administração. O TCU, no entanto, depois de uma dura queda de braço com o Ministério da Fazenda, conseguiu obriga-lo a calcular o custo para o período 2012 a 2015. Resultado: R$79,7 bilhões. Entre 2009, quando a política de subsídios implícitos foi iniciada, e 2011, não há um número preciso do custo. As estimativas do TCU são de pelo menos R$31,8 bilhões.

Prejuízo estimado: R$111,5 bilhões de 2009 a 2015, ou R$18,6 bilhões/ano.

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Refinaria de Abreu e Lima

Com 3 anos de atraso nas obras em relação ao cronograma original, a Refinaria Abreu e Lima teve alguns percalços no caminho, como a perda da Petrobrás de seu principal sócio no projeto, a estatal venezuelana PDVSA. Ainda assim, a refinaria deve ser concluída em novembro desse ano.

A conclusão da obra põe fim a uma saga que durou 9 anos, não sem antes impor seu custo – um valor final 7 vezes maior do que o previsto.

Prejuízo estimado: R$35,8 bilhões.

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Fundo Soberano

Prática comum em países com um forte superávit em transações correntes – ou seja, em excedente de dólares – a prática de criar um fundo de investimentos para aplicar em outros países e projetos seduziu o governo brasileiro, na onda da “descoberta” do Pré-Sal.

Assim como não possuiu um superávit em transações correntes – o que em geral ocorre em países produtores de petróleo, como os árabes – o fundo soberano brasileiro também não possui foco em investimentos no exterior. Seus recursos, cerca de R$15 bilhões, foram destinados a compra de ações de empresas estatais brasileiras, como a Petrobrás, em parte do processo de capitalização da empresa para suportar os investimentos no Pré-Sal.

O Fundo, que era dono de R$12 bilhões em ações da estatal, viu seu valor cair 40%, e invertendo a lógica do mercado, vendeu na baixa, depois de ter comprado na alta.

Atualmente o fundo ainda é dono de R$2,5 bilhões em ações do Banco do Brasil, e possui 80% de seu patrimônio investido em uma conta do próprio governo, com remuneração de 98% da taxa Selic.

Prejuízo estimado – R$4,4 bilhões.

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Pasadena

A refinaria texana de Pasadena foi adquirida em 2005 pela empresa belga Astra Oil por US$ 42,5 milhões, e posteriormente revendida para a Petrobrás por US$ 1,157 bilhões. A compra suspeita foi investigada pelo Tribunal de Contas da União, que estimou as perdas em um valor menor do que o imaginado originalmente.

O Tribunal condenou 11 diretores e ex-diretores da estatal pelo prejuízo, congelando seus bens para reaver o montante.

Prejuízo estimado: R$1,6 bilhões.

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Petrolão

Não satisfeitos com o poder de indicar milhares de cargos comissionados nas mais de 100 empresas estatais deixadas pelo governo anterior, além das centenas de vagas para conselheiros que fazem ministros estourarem o teto de remuneração do setor público, alguns políticos parecem ter se interessado em intermediar contratos, ao menos na Petrobrás, segundo denuncia de Veja.

O escândalo conhecido como Petrolão, uma alusão ao mensalão, teve como agente central o ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto, que diz ter recebida cerca de 3% dos valores de alguns contratos da estatal, na área de distribuição, em propinas.

Prejuízo estimado – R$ 3 bilhões.

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Transposição do Rio São Francisco

A obra mais cara financiada com impostos pelo Programa de Aceleração do Crescimento, a transposição do Rio São Francisco, que pretende levar água ao semi árido nordestino por meio de 600Km de canais, teve seu prazo de entrega atrasado em 3 anos, além de um aumento de 71% no valor da obra.

Prejuízo estimado: R$3,5 bilhões.

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COMPERJ

A saga da construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, COMPERJ, segue à risca o roteiro da refinaria pernambucana Abreu e Lima, marcada por atrasos e custos muito acima do previstos. A conclusão da obra, que deveria ser entregue em 2011, ficou para 2016, e o valor final acompanhou o reajuste, saindo de US$ ,1 bilhões para atuais US$31 bilhões, como aponta o tribunal de Contas da União

A Petrobrás contraria o relatório do TCU e afirma que o investimento inicial, em 2010, era de US$8 bilhões, estando hoje previsto em US$13,5 bilhões.

Prejuizo estimado – R$ 13 bilhões.

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O que vem por aí…

Previsto pela presidente Dilma para ser inaugurado antes da Copa do Mundo, o trem bala brasileiro sequer saiu do papel, mas seu valor – e as controvérsias sobre sua viabilidade – já se multiplicaram desde então.

Somente com consultoria para realização do projeto do trem-bala já foi gasto a bagatela de R$1 bilhão.

Com riscos e valores estratosféricos envolvidos, e viabilidade duvidosa, o interesse do setor privado nunca foi dos maiores. A solução encontrada foi realizar um leilão no modelo PPP com 70% de participação do BNDES, 10 % de Fundos de Pensão de Estatais e 20% da iniciativa privada.

O valor inicialmente previsto era de R$ 11 bilhões. Adiado quatro vezes, o leilão que definiria o início das obras foi definido para o final deste ano, após as eleições de outubro.

A estimativa de custo de lá pra cá chega a R$33,1 bilhões. Um interessante estudo apresentado no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro mostra que projetos de trens de alta velocidade apresentam normalmente um custo 45% maior que o orçado, o que poderia levar o custo do projeto para R$48 bilhões.

Prejuízo estimado: R$37 bilhões.

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PREJUÍZO TOTAL ESTIMADO – R$ 261 bilhões

O que seria possível fazer com este valor?

– 104 mil creches como as construídas pela prefeitura de São Paulo.

– 928 presídios com capacidade para 600 presos cada.

– 7,6 milhões de laptops infantis.

– Pavimentar 1 em cada 4km de rodovias existentes no Brasil, ou quase o dobro do total existente atualmente.

– Montar um campeonato de 7 divisões com 20 times em cada, todos iguais ao Barcelona, que custa R$1,74 bilhões. A dúvida seria como distribuir o que sobrar… Talvez premiações?

– Colocar 47,8 milhões de pessoas para cursar uma faculdade à distância por 1 ano.

– Pagar um plano de saúde para cada brasileiro durante 2 anos. Considerando o faturamento do setor atualmente.

– 8,63 milhões de carros Gol 1.0

– 60,3 mil km de ferrovias, o equivalente ao dobro do total de ferrovias atuais.

– 8 olimpíadas como a de Londres.

– 64,5 mil km de estradas duplicadas, o suficiente para dar a volta ao mundo uma vez e meia.

– 43 pizzas para cada brasileiro, o suficiente para comemorar o resultado de mais 4 anos de prováveis escândalos.

Compilado de Spotniks

Cuidado com a obsessão por celular…

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Sabemos que a geração Y tem um sério problema em controlar seu uso exagerado por smartphones e isso não é novidade pra ninguém. Nos sentimos pelados e vazios quando não há serviço de celular e até pagamos contas exorbitantes para garantir que não ficaremos desconectados nas férias. Afinal de contas, se as fotos não estiverem registradas no Instagram, então provavelmente não aconteceu.
O fato é que nossa obsessão por celular pode estar realmente fora de controle. Segundo a Psychology Today, 56% dos americanos têm um smartphone — e estão completamente viciados nele. Já o Brasil possui 143 milhões de usuários de celular, o equivalente a 85% dos brasileiros, segundo dados da pesquisa TIC Domicílios 2013, realizada pelo NIC.br. Ou seja, muitos de nós têm acesso a essa tecnologia. Está convencido que é hora de controlar o seu vício? Se ainda não, confira 15 absurdos que os cientistas descobriram sobre os obcecados por celular e veja o mal que ele te faz.
1) Do banho para o quarto…
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Estamos usando nosso celular em lugares completamente estranhos; 9% dos americanos usaram seus telefones durante o sexo, segundo a Jumio, empresa de pagamentos online. Por meio do mesmo estudo, conduzido no ano passado, descobriu-se que 12% dos americanos usam o celular no chuveiro, enquanto 19% o fazem numa região de adoração. Embora as pesquisas sejam voltadas aos americanos, sabemos que a tendência é forte e o Brasil (e nenhum país) está livre do vício.
2) Você pode estar doente
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O medo de não ter acesso ao celular se chama “nomophobia”, um termo criado na Grã-Bretanha em 2008, e já existem até centros de tratamento para esse tipo de obsessão na Califórnia.
3) No mínimo, o celular está te deixando louco
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Através de um estudo da Universidade de Indiana cientistas descobriram que 89% dos graduados já sentiram a chamada “vibração fantasma”, achando que haviam sentido o telefone vibrar por uma notificação enquanto na realidade nada aconteceu. Quando o telefone começa a confundir sua cabeça e provocar sensações, você sabe que está irremediavelmente viciado.
4) Ele está substituindo sua namorada
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De acordo com a TIME, 80% dos americanos entre 18 e 24 anos dormem com o celular ao lado para facilitar o acesso. Se o seu telefone é a única coisa que te acompanha na cama, talvez seja o momento exato de começar a sair mais.
5) E arruinando seu trabalho e diversão
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No Reino Unido, o psicólogo britânico David Sheffield revelou por meio de um estudo na Universidade de Staffordshire que 7% das pessoas já haviam perdido um relacionamento ou emprego por conta do uso do celular. Precisa dizer mais alguma coisa?
6) Seu celular é prioridade
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Pelo visto, hoje conseguimos viver sem comida, mas não sem telefone. Das aproximadamente 7 bilhões de pessoas no mundo, 6 bilhões possuem um celular. De acordo com a UM, apenas 4,5 bilhões delas possuem um banheiro. Além disso, mais pessoas possuem celular do que acesso a água corrente no mundo. É claro que tem algo muito errado aí, minha gente.
7)  Ficar sem seu telefone é aterrorizante
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Uma em cada cinco crianças na Coreia do Sul sofre de ansiedade, depressão e incapacidade de dormir quando separada de seu celular, segundo reportagem publicada no Wall Street Journal. O governo do país está investindo dinheiro e tempo para lidar com o vício por celular e seus efeitos negativos. Será que não estamos caminhando para o mesmo problema?
8) Você se esquece de como é viver no mundo real
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Ainda na mesma reportagem do Wall Street Journal há afirmações de que as pessoas na Coreia do Sul estão perdendo suas habilidades sociais rapidamente por conta da obsessão. As crianças já não são boas em ler expressões faciais e entonações. Talvez todos nós devêssemos parar com os emoticons e encontrar pessoas de verdade.
9) Seu vício pode te matar
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…se você usa o celular enquanto dirige. Para os motoristas americanos entre 15 e 19 anos, 21% das batidas de carro fatais estão diretamente ligadas ao uso de celular. Surpreendentemente, o envio de uma mensagem aumenta sua probabilidade de bater o carro em 23 vezes. Nenhuma mensagem é tão importante quanto a sua vida. Coloque isso na cabeça.
10) O celular pode te tornar uma pessoa ruim
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Pais que gastam muito tempo focados em seus celulares e olhando para as telas têm mais probabilidade de gritar com seus filhos, segundo um estudo publicado no Pediatrics. As crianças naturalmente respondem de forma negativa ao fato de serem ignoradas e, em seguida, ouvirem gritos dos pais, o que acaba atrapalhando a ligação ou qualquer outra coisa que os pais estejam fazendo no telefone. Ou seja, uma perda de tempo total.
11) Os números são impressionantes
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Dados coletados pelo aplicativo de bloqueio de tela Locket  (Android) revelam que uma pessoa desbloqueia seu celular em média 110 vezes por dia. Algumas checam o celular até 900 vezes por dia. Agora, raciocine comigo: se fizéssemos qualquer outra coisa 110 vezes por dia, seríamos hospitalizados, rs.
 
12) Seu telefone é imundo
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Se você é do tipo que foge de banheiros públicos, você vai querer saber que o seu telefone é em média 18 vezes mais sujo que um banheiro público (Hahaha). Durante o dia, tocamos em dinheiro, em coisas sujas, transpiramos, colocamos o celular em vários lugares diferentes e isso tudo o torna mais nojento que um banheiro (que já é muito nojento). E o pior: quanto mais você usa o celular, mais sujo ele fica. A propósito, quando foi a última vez que você limpou seu celular? Você já o limpou?
13) Você pode ficar doente de verdade
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Pra quem não sabe, aquelas horas que gastamos trocando mensagens no celular enquanto trabalhamos ou descansamos na banheira nos fazem muito mal. A cada 100 horas que você fala no telefone (o que não é difícil para um viciado), o risco de ter câncer no cérebro aumenta em até 5%. Tente manter as ligações curtas e, claro, prefira que as longas conversas aconteçam pessoalmente (se possível).
14) Sua obsessão substitui seus cuidados com higiene pessoal
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Isso se você fizer parte dos 40% de pessoas que preferem deixar de escovar os dentes por uma semana a não usar seus celulares pelo mesmo período de tempo (segundo o AOL On). Eca! Imagine como deve ficar o aparelho do cidadão? Melhor pensar duas vezes antes de encostar as bochechas no celular de qualquer um.
15) Paradoxalmente, um aplicativo pode te ajudar
Há um aplicativo do iPhone projetado para curar seu vício por celular. Ele trabalha calculando quanto tempo você gasta no seu telefone todos os dias. Você define um limite, e o aplicativo te avisa quando você chega perto desse limite, como um lembrete. Ok, somos céticos o suficiente para não acreditar que isso vá resolver o problema, mas diante de tantos motivos, será que não vale a pena tentar?

O verdadeiro velho oeste

ImagemLeis rígidas. Poucos assassinatos. Menos armas do que hoje. Mulheres recatadas, índios pacificados e caubóis ruins de tiro. Conheça a real história do oeste – e veja por que ela não tem nada a ver com a dos filmes

 

“Se você quer atingir o coração do seu oponente, mire na virilha”. Essa era a dica que William “Bat” Masterson, um dos xerifes mais famosos do velho oeste americano, dava a quem fosse se meter num duelo. Ele dizia isso porque, na média, os caubóis eram bem ruins de tiro. Nada a ver com o que aparece nos filmes de faroeste, que criaram uma série de lendas e noções que não correspondem à realidade. Uma terra sem lei, onde todo mundo resolvia as coisas na bala? O paraíso dos ladrões, que viviam saqueando agências bancárias? Um lugar cheio de mulheres sexy e oferecidas e homens heroicos, capazes de grandes feitos em suas eternas batalhas contra os índios? Na verdade, o velho oeste não era nada disso.
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Até a metade do século 19, as únicas terras ocupadas pelos americanos ficavam na costa leste do país, espremidas entre o litoral e o rio Mississipi – uma faixa equivalente a menos de um quarto do território atual dos EUA. As áreas onde hoje ficam Califórnia, Nevada, Utah, Texas, Arizona e Novo México pertenciam ao México. O primeiro impulso para além do Mississipi veio com a descoberta de ouro na Califórnia, em 1848. Anos depois, em 1862, Abraham Lincoln baixou o Homestead Act, uma lei que dava terras no oeste a quem se dispusesse a ocupá-las por pelo menos cinco anos. Foi aí que o oeste americano começou a ser povoado para valer.

No começo, as cidades não tinham tribunais, exército, delegacias de polícia nem qualquer sinal de segurança oficial. É daí que brotam as histórias de atiradores rápidos e baderna generalizada. “Ter fama de bom pistoleiro era uma maneira de ser respeitado e conquistar autoridade”, diz Arthur Avila, historiador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mas é errado pensar no oeste como uma terra sem lei. Os assentamentos eram rigidamente controlados pelo governo. Quando se estabeleciam, os pioneiros tinham de enviar documentos ao Congresso pleiteando o reconhecimento de seus domínios. Feito isso, criava-se um conjunto de regras locais e se institucionalizavam os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

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Pronto: o condado já podia eleger prefeito, juiz e xerife. Frederick Nolan, autor de The Wild West: History, Myth and the Making of America (“O oeste selvagem: história, mito e a formação da América”, não lançado no Brasil), conta que os xerifes tinham seus assistentes, conhecidos como deputies, e se submetiam à autoridade dos marshals – agentes da lei que representavam o governo federal. Ou seja: havia governo, sim.

 

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E as armas? Em muitas cidades do velho oeste, o controle delas era mais rigoroso do que é nos EUA de hoje. Tombstone, Deadwood e Dodge City eram as mais restritivas. Em 1870, quem chegava a Wichita, no Kansas, via placas com avisos do tipo “Deixe seu revólver na delegacia e faça um registro” ou “Você é bem-vindo, suas armas não”. Há imagens que mostram a entrada de Dodge City, em 1879,com um outdoor onde se lê: “O porte de armas de fogo é estritamente proibido”. Compare isso com a situação atual, em que 49 dos 50 Estados americanos permitem que os cidadãos tenham armas e andem com elas na rua. Surpreendentemente, o velho oeste era mais responsável com as armas de fogo.

Por isso, os homicídios eram raros. Em média, as cidades da fronteira registravam menos de dois por ano. Mesmo nas cidades grandes, a violência não era corriqueira. As cinco maiores cattle towns, vilas formadas em torno da criação de gado, contabilizaram apenas 45 homicídios entre 1870 e 1885. Em Abilene, uma das mais violentas, ninguém foi morto entre 1869 e 1870. Ellsworth e Dodge City foram as únicas a superar cinco homicídios por ano.

Os assaltos a banco eram igualmente incomuns. Os banqueiros construíam prédios suntuosos e muito protegidos, porque queriam transmitir a noção de prosperidade e segurança a seus clientes. O historiador Larry Schweikart, da Universidade de Dayton (no Estado de Ohio), identificou apenas “três ou quatro” ocorrências desse tipo em 15 Estados do oeste entre 1859 e 1900. “Isso sem contar dois grandes assaltos, ambos feitos por Butch Cassidy e Sundance Kid, no final dos anos 1890. Mas hoje, em apenas um ano, há mais assaltos a banco em Dayton do que em toda uma década de velho oeste”, escreve Schweikart. A vida não chegava a ser pacífica, mas também não se resumia a brigas, roubos e tiroteios.

Os duelos eram raros. Quando aconteciam, eram travados longe das cidades, com hora marcada e observando um catatau de regras: era obrigatório ter testemunha, sacar as armas ao mesmo tempo, não atirar pelas costas nem mais de uma vez. Mesmo assim, quem se metia em duelos podia ser preso – porque eles eram ilegais. Um dos poucos confrontos documentados aconteceu em Springfield, Missouri, e foi relatado em 1867 pela revista Harper¿s. O protagonista foi Wild Bill Hickok,que, depois de um desentendimento num jogo de cartas, desafiou o caubói Davis Tutt (e o matou) na rua central da cidade.

Além dos duelos, havia tiroteios: confrontos desregrados e rápidos, que envolviam gangues em disputas de gado, ouro ou comércio local. O mais famoso aconteceu em 1881, na cidade de Tombstone, e entrou no folclore popular como a grande batalha de OK Corral. De um lado, Wyatt Earp e três aliados; de outro, os temidos irmãos Clanton. Mas também não foi o que se imagina. O grande confronto, na verdade, não passou de uma rápida troca de tiros. Durou cerca de 30 segundos e só 30 disparos foram ouvidos, com saldo final de três mortos e três feridos. Wyatt Earp, supostamente um herói, foi o único que saiu ileso. “Ele ficou parado durante toda a luta”, diz Nolan. Apesar disso, Earp ficou com fama de durão, e na virada do século 19 para o 20 trabalhou como consultor de filmes de bangue-bangue. Em Hollywood, ele manteve contato com John Ford, o mais famoso diretor de westerns da história. As conversas inspiraram Ford a dirigir o filme Paixão dos Fortes, que retrata os poucos segundos de embate em OK Corral como um episódio longo e sangrento.

No filme Django Livre, os atores Christoph Waltz e Jamie Foxx interpretam uma dupla de caçadores de recompensas. Mas na vida real poucos homens tinham autorização para perseguir e capturar bandidos – e ainda receber dinheiro por isso. Na maioria dos casos, os caçadores de recompensas eram sujeitos que já tinham ligação com a máquina do governo, atuando como marshals, rangers (patrulheiros) ou xerifes. “O governo terceirizava a busca de criminosos oferecendo recompensas”, diz Arthur Avila.

Campo de concentração

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Nos filmes de faroeste, os índios costumam ser retratados como inimigos temíveis. Mas não era assim. Na verdade, eles foram dominados e oprimidos pelos brancos. Já nos primeiros anos do século 19, o presidente Thomas Jefferson não escondia a ideia de criar uma zona de “colonização indígena” – um eufemismo para o que seria, na verdade, um grande campo de concentração. A ideia tomou forma em 1830, quando o presidente Andrew Jackson assinou um decreto autorizando o governo a remover os índios para além do meridiano 95, onde hoje ficam os Estados de Kansas e de Oklahoma. Dolorosa, polêmica e violenta, a remoção abriu uma grande ferida na história dos nativos, que até hoje se referem ao êxodo como uma “Trilha de Lágrimas”. Só entre os Cherokees, mais de 17 mil índios foram retirados de seus lares. Um episódio conhecido como “Black Hawk War” ilustra bem o clima de tensão: liderados pelo chefe Black Hawk, cerca de mil índios das tribos Sauk e Fox entraram em confronto com uma milícia de pioneiros formada por quatro mil homens. Mais de 80% dos índios morreram. Mas o campo de concentração indígena acabou tendo vida curta. Em pouco tempo, os índios começaram a se integrar à economia local, à agricultura e à criação de gado. O território segregado perdeu a razão de existir em 1907, quando Oklahoma foi oficializado como o 47º Estado do país.

Com índios relativamente sob controle e uma rotina sem muitas novidades, restava se divertir nos saloons (bares) e bordéis da época. As prostitutas eram moças pobres e maltrapilhas que andavam pouco vestidas. Mas elas destoavam: ao contrário do que costuma aparecer em filmes de faroeste, as mulheres em geral eram extremamente pudicas – e usavam roupas bem conservadoras. A bebida preferida dos homens era o moonshine. Um uísque rudimentar, feito à base de milho, com graduação alcoólica que chegava a 80%. Quem produzia tinha de lidar com a má vontade das autoridades, que muitas vezes impunham tributos pesados para coibir a venda. Em 1865, durante a Guerra Civil, o Congresso americano decidiu cobrar US$ 7 de imposto por litro de uísque – 12 vezes mais do que o custo de fabricação da bebida. O objetivo era torná-la cara demais, e fazer as pessoas pararem de beber. Não deu certo, pois ela começou a ser produzida clandestinamente. Vem daí o nome moonshine: na maioria das vezes, os galões de uísque eram transportados na calada da noite, sob o brilho da lua.

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Os mitos do velho oeste começaram a ficar conhecidos antes do surgimento do cinema. A partir da década de 1880, caravanas de circo atravessavam o país encenando batalhas, grandes duelos, pistoleiros e cowboys. Um dos mais famosos espetáculos era o Buffalo Bill´s Wild West Show, criado em 1883 pelo próprio Buffalo Bill, um ex-soldado que era famoso por sua habilidade de derrubar búfalos com um único tiro. Arthur Ávila, da UFRGS, diz que os shows eram estrelados por caubóis e pistoleiros veteranos, que atraíam mais audiência. Personagens ilustres como o xerife Wild Bill Hickok, a pistoleira Calamity Jane e o líder indígena Touro Sentado integraram a trupe de Buffalo Bill. “Era uma representação simplista, com aquela coisa do bem contra o mal e certa fantasia em cima de tudo isso. Foram os precursores dos filmes western”, afirma Ávila. De tão conhecido, o show de Buffalo Bill cruzou o oceano e fez apresentações na Inglaterra, tendo como convidada de honra ninguém menos do que a rainha Vitória. Nasciam, assim,  muitas das lendas populares que tornaram o velho oeste bem mais cinematográfico do que ele realmente foi.

O fim da cultura de “shopping centers” nos EUA.

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fotógrafo Seph Lawless (pseudônimo) publicou recentemente um livro com imagens de shoppings centers abandonados nos Estados Unidos. A obra Black Friday mostra a decadência de um modelo de negócio que cresce no Brasil, mas já acende um alerta preocupante. Segundo pesquisa do Ibope, os 36 empreendimentos inaugurados no ano passado abriram em média com metade das lojas fechadas por falta de locatários.

De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), atualmente cerca de 500 centros comerciais deste tipo operam no Brasil, e o número crescerá para 530 até o fim do ano – a maioria dos novos se localizam fora das grandes capitais. E pode ser esse um dos problemas. Conforme pesquisa do Ibope,  muitos centros comerciais foram abertos em mercados que não tinham demanda suficiente. 

Entre os shoppings inaugurados entre setembro e dezembro de 2013, a taxa média de ocupação em 21 deles foi de apenas 38%. Segundo Fabio Caldas, coordenador de pesquisa na área de shoppings do Ibope Inteligência, o ritmo de crescimento do varejo não acompanhou o avanço dos shoppings, que terão de se acostumar a um novo ritmo. 

Nos Estados Unidos, cerca de 15% no shoppings vão falir ou serão transformados em outros espaços comerciais nos próximos dez anos, principalmente aqueles que não têm uma grande loja de departamentos como chamativo para consumidores, segundo pesquisa da Green Street Advisors. O processo de “morte” destes ícones foi retratado por Lawless como uma representação da falência do estilo de vida americano. Confira abaixo entrevista com o fotógrafo, que usa um nome fictício por medo do governo dos EUA.

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Seu trabalho é baseado na decadência e fracasso. É isto que você pensa sobre a sociedade americana ou sobre o mundo inteiro?
Acredito que a sociedade americana fracassou. Meu país não é mais socialmente ou economicamente viável, e a maioria dos americanos é facilmente guiada como ovelhas por um governo federal tirânico. Meu país está enfraquecido e minha fotografias expõem esta fraqueza. O governo não é muito fã do meu trabalho. Eles prefeririam que os americanos e o mundo pensem que a América ainda é forte e vibrante. Minha arte oferece uma descrição mais precisa do país. Uma revelação mais honesta da América.

Se você tivesse que fazer um projeto sobre o “sucesso” nos Estados Unidos, o que você fotografaria?
Eu fotografaria Americanos protestando contra o governo por causa de injustiças e crimes de guerra. Considero isso positivo e exemplo de algo bem sucedido.

Você planeja expandir o tema de shoppings centers, ou outros fracassos econômicos, para fora dos EUA?
Sim, farei projetos fora da América no futuro.

Quais serão estes projetos?
Em julho, começo a fotografar detentos no corredor da morte para um projeto que será meu terceiro livro no final do ano. O título será “Hauntingly Beautiful” (Assustadoramente bonito, em tradução livre) e será acompanhado de poemas de jovens estudantes. No começo do ano, dois professores usaram as minhas imagens para inspirar escrita criativa entre estudantes de poesia. 

Por que você trabalha sob pseudônimo?
Uso um nome fictício por medo do meu governo. Em novembro passado, o Centro Nacional de Antiterrorismo divulgou um documento interno alertando que meu trabalho está expondo vulnerabilidades de segurança e que pode ajudar terroristas. Ameaçadoramente intitulado “Exploração urbana oferece visão sobre vulnerabilidades da infraestrutura”, o papel diz que fotos, vídeos e diagramas postados por Seph Lawless e outros exploradores poderiam ser usados por terroristas para “identificar remotamente alvos em potencial”.

Os tão queridos shopping centers já foram um dos principais símbolos da econômica americana. Hoje, eles estão morrendo lentamente.

Nenhum novo shopping coberto foi finalizado nos Estados Unidos desde 2006, e centenas dos existentes estão sendo abandonados ou renovados para outros usos. Confira algumas imagens de shoppings abandonados:

 

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